Enquanto futebol, shows e meios de comunicação vibram com o apoio da VIVO como patrocinador, seus trabalhadores sofrem uma triste realidade pra bancar todos esses custos. É isso aí! Boa para o mercado e ruim para os trabalhadores, a operadora surge implacável na primeira rodada de negociações. No último dia 14 de agosto, a empresa já deu a entender que ao invés de negociar avanços, quer tratar de precarização.

 

LOBO EM FORMA DE CORDEIRO

Pegando carona na nova Lei Trabalhista, onde os direitos do ACT atual são garantidos somente até sua vigência, a VIVO sinalizou que fará mudanças significativas. Veja a baixo, os itens da proposta apresentada:

  • Aplicar reajuste somente em 2019;
  • Mexer no plano de saúde;
  • Alterar Banco de Horas para seis meses;
  • Implantar jornada de trabalho 12 X 36;
  • Contratar trabalho por hora (intermitente);
  • Acabar com os carros alugados;
  • Mudar forma de homologação;
  • Alterar as férias.

 

NÃO DÁ PRA DIZER SIM

Diante desta proposta vergonhosa, fica difícil dizer sim. Tal proposta, nada tem a ver com a pauta de reivindicação dos trabalhadores que foi entregue, com antecedência. E será por essa pauta que o SINTTEL-CE irá discutir nos encontros das negociações.

Vale lembrar, que os excelentes resultados da VIVO foram recentemente publicados pelo próprio site de Governança Corporativa da operadora. Diante disso, será cobrada uma proposta condizente com essa realidade e o merecimento dos trabalhadores.

 

LUCRO DA TELEFÔNICA VIVO CRESCEU 12,8% EM 2017

A Telefônica Brasil, dona da operadora, acumulou um lucro líquido de R$ 4,608 bilhões

Por Estadão Conteúdo

A Telefônica Brasil, dona da VIVO, acumulou em 2017 um lucro líquido de R$ 4,608 bilhões, montante 12,8% maior do que de 2016.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 14,485 bilhões, crescimento de 12,8% na mesma base de comparação.

A receita operacional líquida totalizou R$ 43,207 bilhões, expansão de 1,6%, conforme balanço contábil com os dados consolidados anuais publicado na imprensa.

No documento, a Telefônica Brasil atribui o crescimento dos resultados ao aumento da receita com serviços digitais e dados, principalmente no segmento de telefonia móvel, além de banda larga fixa.

Por outro lado, a receita caiu em função de menor demanda por chamadas de voz e pela queda nas tarifas de interconexão. A companhia também atribuiu o avanço do lucro à maior eficiência nas operações.

 

 

 
 

 
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